


O chão está em todo lugar
O CHÃO conquistou a inútil
O chão á abandonou
Ele disse adeus
O chão não é burro
O chão não é tolo
Ele sabe muito mais,
Do que se pode imaginar,
Se faz de cego e inocente
Mas suas palavras ás vezes corrompidas
Não dizem nada
Ele é um grande amigo, um irmão
Ele criou um poema próprio
Um trecho de individualidade
O chão não é tão frio,
Quanto suas palavras parecem ser
O chão à fez gritar
O chão à fez chorar,
Lagrimas inuteis;
Que acalmam o coração
maluco de uma maluca
O chão tem amigos
Porem, não percebe
Ele erra e corre perigo
No escuro sem a inútil
O sangue invisivel,
corre das veias para o vento
Então, o que foi levado
Nunca mais será recuperado.
A falsidade ao seu redor
Ele não está a baixo dos pés
Está sob o coração de sua não amada
Não sei se é terra ou asfalto
O chão nunca se encontrou
Ele nunca gritou por amor,
Mas sua amada lembra a cada minuto
Que sonhos um dia se realizam
E o grito silencioso
Uma hora o vento trará
E se ela o ouvir
DOIS CORAÇÕES SERÃO UM!!!
Zé ninguem!
PS:
eu vi
eu estava lá
não ouvi a guerra,, mas sei a sua agonia
o destino nem sempre sabe o que faz,
Mas no final ele acerta,
se não há glória ao menos se aprendeu algo!

Um comentário:
vou nem comentar..
é perigoso...
Postar um comentário