Acordei
Vi que era hora de estudar
O destino me levou a caminhar,
Para o fim do tempo
Vi meu passado
Corri para o futuro
Encontrei os olhos de minha amada
Os sonhos se tornaram um
O tempo conspira a meu favor
O destino me entrega a glória
É tudo da minha mente?
É um sonho irreal?
Mas não é porque esteja em minha mente
Que não seja real.........
Zé alguém
Sabe o destino, eu sei como ele funciona! Sabe o resto, eu pouco me importo...
sábado, 5 de julho de 2008
terça-feira, 1 de julho de 2008
CARTAS MORTAS

O silêncio
O vento, as folhas a balançar
Um susto
Uma queda
Um carteiro caindo
A mochila virando
Cartas voando
Um pescoço quebrado
Um pescoço quebrado!!!!!(grito)
Ninguém receberá o que deveria,
Memórias entre o chão, a terra e o vento
Destinos não serão alcançados
Vidas impropriamente
Esquecidas entre a terra e o céu.
Várias histórias perdidas
O que será do carteiro?????
O que será das palavras perdidas?????
Pois, o que foi escrito
Não passa de nada, sendo agora nada.
Vários rumos,
Um grito de socorro,
Um presente de natal,
Um enterro,
Uma missa,
Um encontro,
Um sonho de criança e muito mais
Nunca chegarão aos lábios destinado nos envelopes
As cartas cairam onde não há nada, só o nada
Onde o chão é seco
Onde a vida não passa.
Cartas voando,
Cartas ao chão
O chão não é nada
AS cartas estão Mortas
Vieram do pó
Ao pó voltarão
A única certeza é o vento,
um tempo além das idéias.
AS CARTAS ESTÃO MORTAS,
E nada se pode fazer!
Zé alguém
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