quinta-feira, 23 de abril de 2009

PARADIGMA 3


O AMANHECER


No momento do desespero procura-se uma luz, uma saída; eis que o nascer do sol representa o começo de novas esperanças. Os sonhos então podem se tornar realidade, a força atuante que nos move ganha poder na capacidade eterna de tentar tornar realidade os nossos mais primorosos e imprevisíveis anseios.No raiar do sol as disparidades sociais não são muita coisa, pois somente cada bendita sobrevivência deve ditar suas crenças e seu próprio futuro já que nem tudo que temos é o que merecemos.
Dessa forma muitos se apegam a muitas e infinitas saídas em labirintos sem volta, em que a luz de u novo tempo mostra caminhos, escadas de salvação, para as puras e corrompidas aflições do mundo inconseqüente. Os sonhos representam toda a esperança e paradoxo da efemeridade da realidade; a luta entre mestres e coagidos pode ser algo de gibis se na tela dos sonhos forem pintadas novas e incisivas chances de aproveitar o mundo que muitos não tem espaço ou organização para aproveitar.
As vezes a luz é embaçada pelo modo nublado das nuvens, mas em meio as mascaras do céu estão raios de nascentes luminescências que mudam corações, dias, poderes e tristezas. No amanhecer os pássaros resplandecem com o seu cantar, a doce brisa tão esperada da manha traz consigo a calma e o equilíbrio para sonhos e desejos que estão tão próximos.
No dançar das folhas percebemos que cada amanhecer tem um aspecto diferente, impossíveis espelhos de um azul veneno; ver o sol, a luz acordar é um momento único, mesmo que seja visto todos os dias, pois o tempo ousa passar diante da imortalidade do “Deus Sol”.
Os segmentos tristes de um amanhecer parecem não existir diante de algo tão milagroso, mas quando se abre um novo tempo estão escondidos fantasmas que não suportam a escuridão, que são atraídos pelas esperanças remanescentes, monstros, lagrimas, sangue que pouco seriam enfrentados ao anoitecer; contudo a cada milésimo de segundo é impossível viver sem um novo amanhecer, sem o sair do sol, da luz, de novas oportunidades.
Quando todo o planeta acorda, a maré do mar de sonhos está leve e calma, sonhos podem se tornar realidade, os anseios e esperanças podem ser tudo para uma alma em perigo. Tudo pode ter uma nova visão; o tempo passado não pode voltar, mas esse que está por vir tem a reminiscência de um novo amanhecer cheios de detalhes e pronto para mudar, um futuro de brilho e oportunidades, de coisas para se acreditar, de perguntas que nos apegam a questionamentos e movem nossos passos, uma realidade em busca de verdades que não existem.
No definhar das nuvens e o nascer do rei supremo, todo um mar de sonhos pode ganhar força, para que suas ondas avancem alem de um tempo, e então a filosofia do vento pode trazer um ciclo perfeito que completa cada individuo na sua plena capacidade de esperar um novo dia, um novo amanhecer; a luz não é o fim de uma nova era, de pensamentos sombrios, é o princípio de uma vasta e complexa chance de crer em você, crer nos outros e nos sonhos; já que para alguns os sonhos são a única esperança de um novo tempo, de uma nova vida e de verdadeiras provas de uma suficiente realidades, sonhos são a única alternativa em meios á guerras em que não há um vencedor; mas sim muito sangue nas vielas e espumas de um mar puro e abençoado pela vastidão de coragem e sentimentos que tudo podem fazer, ate mesmo anular o sangue que se esvai do pulso dos suicidas sociais; nas almas perdidas só a grande maestro dos sonhos pode fazer algum significado existir e assim bem e mal serão apenas impressões esquecidas nas águas profundas e indesejáveis do mar de sonhos.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

PARADIGMA 2


A CHUVA
Nos momentos de desespero, lágrimas abandonam nossa imensidão, na chuva paramos um pouco e percebemos o doce caminhar do mundo; na chuva vemos o desastre de existirmos, ela pode acontecer em qualquer hora, mas quando vem percebemos o quão magnífica e filosófica ela é, coisas quebradas são levadas, nossa falta de tempo é abandonada, aqueles que desejam correr escorregam nas verdades que deixam passar.
No dia mais nublado, vê-se de longe nuvens caminhando para um ciclo que ira se repetir, as dores e perdas parecem não mais significar grande coisa quando corre-se para tirar as roupas da área de serviço; ou então ela torna as perdas momentos dolorosos e fatais, em que cada gota de chuva exprime tempos que nunca poderão voltar, momentos perdidos dentre pétalas de rosas levadas pela força das águas violentas que abandonam os céus.
Nas noites em fim procura-se um modo de fazer o tempo passar, mas a chuva não deixa, pois o frio e a calmaria que surgem das águas temporárias leva-nos a mundos só nossos, onde o mar de sonhos é real.
Mas em meio ao murmurejar das gotas, há o grito dos céus, raios e trovoes, numa briga incessante pelo mar de algozes, almas que não passarão das ruas da vida, enfim os sonhos agora não servem de nada; no leito de um hospital sem energia uma senhora conta em seus últimos minutos os anseios de uma vida que ela sempre quis ter, sonhos que fazem no mais tardar da chuva da meia noite um velho coração pulsar, gotas inebriantes de águas de todo o mundo, que trazem em noites frias um sonhos diferente de amanhecer.
Nas águas que amenizam o calor dos desertos e sertões do mundo, os sonhos são trazidos por jangadas de murmúrio e pedidos de calmaria, um mar de sonhos para seres agonizantes e solitários, ou para almas positivas e que buscam do mundo o melhor.
A chuva trás consigo momentos únicos de reparação ou de destruição, mas é só em meio a chuva que os sonhos tem um sentido de um novo tempo, sem mar de lagrimas ou machucar e feridas, enquanto a chuva existir haverá esperança ate mesmo no ultimo moicano, e o fim do mundo na será enfim um fim, já que é na chuva forte e arrasadora que descobrimos o melhor de nós, quando paramos pela chuva, percebemos como o mundo nos leva para um calmo e interessante caminho.
Sem a chuva não haverá raios de luz escapando dentre as nuvens, não haverá anseios de novos momentos únicos e talvez nunca perceberíamos quanto bonita ela é, e pode nos levar por uma infinidade de anseios e tempos perigosos, mas que sempre tornarão a chuva tão simples e enigmática afim de fazer mortais admirarem sua infinita e profunda filosofia, em meio a um mar de sonhos.

domingo, 12 de abril de 2009

CRONICAS DE UM MAR DE SONHOS... PARADIGMA 1


O POR-DO SOL
No mundo os sonhos são a chave da esperança, em cada pôr-do-sol um tempo se fecha, chances são perdidas então vemos o quanto nossos dias são tão efêmeros; cada bocejar, cada suspiro, um momentos único, que pertencem ao passado, uma irresistível vontade de lutar contra o tempo, eis a chance dos mortais de alcançarem a imortalidade.
O tempo corre e voltamos para onde acabamos de partir, somos vítimas de um pôr-do-sol maligno, pois certas coisas que deveriam ser feitas, na verdade foram anuladas pelo incansável murmurejar da noite. Na solidão sentimos o sofrimento de buscar ajuda, de corre da infâmia de nossas vidas, vejo todos os dias almas que se perdem por não encontrar seu propósito, mas está bem a nossa frente mudar o que não queremos perceber.
Somos guerreiros de luz, somos guardiões de palavras e sonhos, podemos mudar tudo, só não sabemos como. No tempo em que o sol desiste de nós, tentamos correr para que portas não e fechem gritos não sejam desperdiçados, angustias medos não sejam lançados ao vento; mas há saída; um mar de sonhos que nos torna perseverantes, fortes, cheios de esperança, uma incessante luta pela verdade que não existe, esperamos todos os dias pelo sol, pela luz que ira irradiar um novo tempo, nossos anseios assim serão entregues ao mestre da vida e poderemos seguir sempre esperando o por do sol, mesmo que este signifique que será o fim, pois ele na verdade é o começo do nascimento das estrelas, do acordar da lua, e das esperanças e sonhos de um novo tempo!
Nas ambigüidades do destino, a duplicidade dos seres, tudo possui um lado bom e ruim, reviravoltas são sempre necessárias, porque o pôr-do-sol tem o pleno propósito de nos refazer pensar, mudar os planos, achar outros caminhos, que no novo tempo as coisas sejam bem diferentes. No crepúsculo do alvorecer da noite está a pergunta sem resposta, e o destino de todos os seus sonhos.
Na mais irradiante das idéias somos levados ao rumo de nossas vidas, no dormir da luz pensamos que a escuridão ira nos destruir mas no intimo de nossos pensamentos estamos resguardados pela luz que guardamos no decorre do tempo passado, esperaremos por um novo amanhecer pois o pôr-do-sol ira passar e os guardiões do tempo saberão que somos a única esperança de nos mesmos, e nos sonhos somos a salvação de todos os destinos e algozes de uma humanidade decadente e inepta, é no mas de sonhos que o infinito faz de nossas vidas algo tão interessante, é no mar de sonhos que podemos ver que nem tudo esta acabado e que o pôr-do-sol é só mais um inicio de novas esperanças e de um novo tempo.

domingo, 5 de abril de 2009

O tempo passou!!!!




Olho e vejo sonhos, meus amigos estao bem sucedidos, sinto saudades de velhos tempo em que eu saberia o que fiz de errado e poderia consertar meus erros.........
O sol sorriu pra mim,
vi que nas sombras haveria uma janela,
a luz me disse tudo que precisava ouvir,
meus dias estao cheios, nada que eu nao tenha desejado,
o sol sorriu pra mim,
vejo possibilidades e caminhos,
quero apenas no meo da multidao fazer minha parte sem machucar ninguem,
quero ajudar quem precisar,
ter humildade nas minhas conquistas,
meus principios sao imutaveis, inquestionaveis,
nehuma mente inepta vai conseguir me destruir com pensamentos baixos e infieis....
O sol continu a sorrir pra mim e sua luz me guiará aonde eu preciso e desejo ir,
para o futuro que meu esforço e perseverança levar!!!

Nao ha maior triteza no mundo do que se entregar á derrota daquilo voce sempre teve aversao!!!
Procure no seu tempo, as respostas!!!!