sábado, 21 de junho de 2008

CHÃO




O chão está em todo lugar

O CHÃO conquistou a inútil

O chão á abandonou

Ele disse adeus

O chão não é burro

O chão não é tolo

Ele sabe muito mais,

Do que se pode imaginar,

Se faz de cego e inocente

Mas suas palavras ás vezes corrompidas

Não dizem nada

Ele é um grande amigo, um irmão

Ele criou um poema próprio

Um trecho de individualidade

O chão não é tão frio,

Quanto suas palavras parecem ser

O chão à fez gritar

O chão à fez chorar,

Lagrimas inuteis;

Que acalmam o coração

maluco de uma maluca

O chão tem amigos

Porem, não percebe
O chão não sabe o que faz

Ele erra e corre perigo

No escuro sem a inútil

O sangue invisivel,

corre das veias para o vento

Então, o que foi levado

Nunca mais será recuperado.

A falsidade ao seu redor

Ele não está a baixo dos pés

Está sob o coração de sua não amada

Não sei se é terra ou asfalto

O chão nunca se encontrou

Ele nunca gritou por amor,

Mas sua amada lembra a cada minuto

Que sonhos um dia se realizam

E o grito silencioso

Uma hora o vento trará

E se ela o ouvir

DOIS CORAÇÕES SERÃO UM!!!



Zé ninguem!


PS:

eu vi

eu estava lá

não ouvi a guerra,, mas sei a sua agonia

o destino nem sempre sabe o que faz,

Mas no final ele acerta,

se não há glória ao menos se aprendeu algo!



Um comentário:

Autora inútil disse...

vou nem comentar..
é perigoso...